A vida do homem medieval é totalmente norteada pelos valores religiosos e para a salvação da alma. O maior temor humano era a idéia do inferno que torna o ser medieval submisso à Igreja e seus representantes.
São comuns procissões, romarias, construção de templos religiosos, missas etc. A arte reflete, então, esse sentimento religioso em que tudo gira em torno de Deus. Por isso, essa época é chamada de Teocêntrica.
As relações sociais estão baseadas também na submissão aos senhores feudais. Estes eram os detentores da posse da terra, habitavam castelos e exerciam o poder absoluto sobre seus servos ou vassalos. Há bastante distanciamento entre as classes sociais, marcando bem a superioridade de uma sobre a outra.
O marco inicial do Trovadorismo data da primeira cantiga feita por Paio Soares Taveirós, provavelmente em 1198, entitulada Cantiga da Ribeirinha.

Cruzadas e novelas de cavalaria
O que são
As novelas de cavalaria, também chamadas de romances de cavalaria, foi um gênero literário escrito em prosa, típico da Idade Média. Foi na Espanha, Inglaterra, França, Itália e Portugal que as novelas de cavalaria tiveram grande êxito, tornando-se populares. O auge deste gênero literário foi entre o fim do século XV e começo do XVII, no contexto da fase inicial do Trovadorismo.
As novelas de cavalaria mais conhecidas são as que retrataram a busca pelo Santo Graal na Idade Média, assim como as lendas do Rei Arthur.
Características da novelas de cavalaria
- Relatavam, em sua maioria, grandes aventuras e atos de coragem dos cavaleiros medievais.
- No enredo destes romances, os acontecimentos tinham mais importância do que os personagens.
- Aventuras sem fim com várias possibilidades de continuação (sequências).
- Amor idealizado do cavaleiro pela dama que amava (amor cortês). Este amor, quase sempre, era impossível. As histórias costumavam terminar de forma trágica, sem o final feliz.
- Provação da honra, lealdade e coragem do cavaleiro em várias situações como, por exemplo, batalhas, aventuras, torneios e lutas contra monstros imaginários.
- Alguns temas ligados às batalhas entre cristãos e muçulmanos durante as Cruzadas Medievais.
- As novelas de cavalaria foram marcadas fortemente pela tradição oral.
- Glorificação da violência na Idade Média.
- Referências a períodos históricos e míticos do passado.
- Eram narradas em capítulos.
- Uso de locais geográficos irreais (falsos) imaginários como, por exemplos, terras fantásticas e míticas.
- Apresentação de códigos de conduta próprios dos cavaleiros medievais.
Exemplos
- O Rei Arthur e os cavaleiros da Távola Redonda
- Amadis de Gaula
- Las sergas de Esplandián
- Palmerín de Oliva
- Primaleón
- Floriseo
Cantigas liricas e satilicas
As cantigas satíricas, ao contrário do que se pode pensar, não eram, necessariamente, canções de protesto; mas, sim,
canções de cunho humorístico, já que se buscava, normalmente, parodiar as cantigas de amor, ironizar o clero, as classes abastadas da sociedade, bem como a miséria dos infanções. Tudo isso permeado por uma linguagem obscena e livre das convenções formais. Geralmente, eram os jograis responsáveis pela propagação das cantigas satíricas. Estes pertenciam a classes ditas marginais na sociedade e, muitas vezes, cantavam em paga do seu trabalho artístico. Entretanto, não eram apenas os jograis que compunham esse tipo de cantiga; mas também os fidalgos trovadores. Como nos confirma Saraiva (1985: 67): Outro grupo de cantigas mostra-nos as disputas entre os jograis e os trovadores fidalgos: aqueles porque pretendiam ultrapassar a sua condição, que era, pelo menos convencionalmente, de simples executantes musicais, e se metiam também a compor versos; estes porque defendiam a jerarquia, que limitava o papel do jogral ao acompanhamento instrumental e ao canto da composição já criada pelo trovador. Vislumbramos, assim, uma dissensão evidente entre os jograis e trovadores, uma vez que estes queriam corroborar a hierarquia existente, na qual ocupavam o patamar mais alto. Aqueles ansiavam por ascender a uma condição mais respeitável no meio em que atuavam. Logo, os trovadores não se dedicavam apenas às cantigas líricas, pois, pelo menos o que as interpretações teóricas nos permitem dizer, desejavam ser responsáveis pela composição de todas as cantigas. Sendo assim, o caráter marginal era relegado ao jogral e não, propriamente, às cantigas satíricas, que, por vezes, eram compostas por ele. Massaud Moisés já afirmava haver, de fato, os graus de importância anteriormente citados: O trovador era o artista completo: compunha, cantava e podia instrumentar as cantigas; as mais das vezes, era fidalgo decaído. Jogral era uma designação menos precisa: podia referir o saltimbanco, o truão, o ator mímico, o músico e até mesmo aquele que compunha suas melodias; de extração inferior, por seus méritos podia subir socialmente e ter tido como trovador (Moisés, 1971: 28). Embora houvesse essa hierarquia, tanto os fidalgos quanto os clérigos andavam nos mesmos meios boêmios freqüentados pelos jograis. De acordo com Saraiva (1985: 67): “vemo-los misturados nos mesmos mexericos, usando a mesma linguagem, com grande abundância de termos hoje considerados obscenos.” Fato que denota, talvez, um certo falso moralismo advindo daqueles que possuíam notoriedade na sociedade portuguesa e que, por isso, eram vistos como padrão de conduta. Outro ponto importante nas cantigas satíricas é a diferenciação entre as cantigas de maldizer e escárnio sendo que as primeiras eram feitas diretamente, buscando ridicularizar algum indivíduo ou grupo social. O vocabulário era composto por obscenidades e por palavras de baixo calão. Já as últimas eram feitas veladamente, sem ofender de forma direta o alvo da crítica. No que tange às características formais, as cantigas satíricas costumam seguir os padrões das de amigo e de amor, entretanto, há uma maior liberdade formal. Segundo Vieira (1987: 18): “a grande maioria das cantigas de amigo é de ‘refrão’, enquanto as de amor e escárnio e maldizer apresentam uma distribuição que parece equilibrada no caso das cantigas de amor, e mais inclinada para as de mestria, no caso das demais.” Existe, ainda, a possibilidade de as cantigas de escárnio e maldizer seguirem as mesmas convenções métricas das cantigas líricas; todavia, haverá, nas satíricas, uma subversão da idéia transmitida pelas cantigas d’amigo ou d’amor.Estamos diante, então, da paródia, requerida, quase sempre, nas cantigas satíricas.E as liricas são as romanticas não desfazem o homem ou mulher.
canções de cunho humorístico, já que se buscava, normalmente, parodiar as cantigas de amor, ironizar o clero, as classes abastadas da sociedade, bem como a miséria dos infanções. Tudo isso permeado por uma linguagem obscena e livre das convenções formais. Geralmente, eram os jograis responsáveis pela propagação das cantigas satíricas. Estes pertenciam a classes ditas marginais na sociedade e, muitas vezes, cantavam em paga do seu trabalho artístico. Entretanto, não eram apenas os jograis que compunham esse tipo de cantiga; mas também os fidalgos trovadores. Como nos confirma Saraiva (1985: 67): Outro grupo de cantigas mostra-nos as disputas entre os jograis e os trovadores fidalgos: aqueles porque pretendiam ultrapassar a sua condição, que era, pelo menos convencionalmente, de simples executantes musicais, e se metiam também a compor versos; estes porque defendiam a jerarquia, que limitava o papel do jogral ao acompanhamento instrumental e ao canto da composição já criada pelo trovador. Vislumbramos, assim, uma dissensão evidente entre os jograis e trovadores, uma vez que estes queriam corroborar a hierarquia existente, na qual ocupavam o patamar mais alto. Aqueles ansiavam por ascender a uma condição mais respeitável no meio em que atuavam. Logo, os trovadores não se dedicavam apenas às cantigas líricas, pois, pelo menos o que as interpretações teóricas nos permitem dizer, desejavam ser responsáveis pela composição de todas as cantigas. Sendo assim, o caráter marginal era relegado ao jogral e não, propriamente, às cantigas satíricas, que, por vezes, eram compostas por ele. Massaud Moisés já afirmava haver, de fato, os graus de importância anteriormente citados: O trovador era o artista completo: compunha, cantava e podia instrumentar as cantigas; as mais das vezes, era fidalgo decaído. Jogral era uma designação menos precisa: podia referir o saltimbanco, o truão, o ator mímico, o músico e até mesmo aquele que compunha suas melodias; de extração inferior, por seus méritos podia subir socialmente e ter tido como trovador (Moisés, 1971: 28). Embora houvesse essa hierarquia, tanto os fidalgos quanto os clérigos andavam nos mesmos meios boêmios freqüentados pelos jograis. De acordo com Saraiva (1985: 67): “vemo-los misturados nos mesmos mexericos, usando a mesma linguagem, com grande abundância de termos hoje considerados obscenos.” Fato que denota, talvez, um certo falso moralismo advindo daqueles que possuíam notoriedade na sociedade portuguesa e que, por isso, eram vistos como padrão de conduta. Outro ponto importante nas cantigas satíricas é a diferenciação entre as cantigas de maldizer e escárnio sendo que as primeiras eram feitas diretamente, buscando ridicularizar algum indivíduo ou grupo social. O vocabulário era composto por obscenidades e por palavras de baixo calão. Já as últimas eram feitas veladamente, sem ofender de forma direta o alvo da crítica. No que tange às características formais, as cantigas satíricas costumam seguir os padrões das de amigo e de amor, entretanto, há uma maior liberdade formal. Segundo Vieira (1987: 18): “a grande maioria das cantigas de amigo é de ‘refrão’, enquanto as de amor e escárnio e maldizer apresentam uma distribuição que parece equilibrada no caso das cantigas de amor, e mais inclinada para as de mestria, no caso das demais.” Existe, ainda, a possibilidade de as cantigas de escárnio e maldizer seguirem as mesmas convenções métricas das cantigas líricas; todavia, haverá, nas satíricas, uma subversão da idéia transmitida pelas cantigas d’amigo ou d’amor.Estamos diante, então, da paródia, requerida, quase sempre, nas cantigas satíricas.E as liricas são as romanticas não desfazem o homem ou mulher.
Questões:
01. Assinale a afirmação falsa:a) A cultura portuguesa, no século XII, conciliava três matrizes contraditórias: a católica, a islâmica e a
hebraica.
b) A cultura católica, técnica e literariamente superior às culturas islâmica e hebraica, impôs-se naturalmente desde os primórdios da formação de Portugal.
c) A expulsão dos mouros e judeus e a Inquisição foram os aspectos mais dramáticos da destruição
sistemática que a cultura triunfante impôs às culturas opostas.
d) O judeu Maimônides e o islamista Averróis são expressões do que as culturas dominadas produziram de mais significativo na Península Ibérica.
e) Pode-se dizer que a cultura portuguesa esteve desde seu início assentada na diversidade e na
contradição, do que resultaram alguns de seus traços positivos (miscibilidade, aclimatabilidade etc.) e
negativos (tendência ao ceticismo quanto a idéias, desconfiança etc.
02. Assinale a afirmação falsa sobre as cantigas de escárnio e mal dizer:
a) A principal diferença entre as duas modalidades satíricas está na identificação ou não da pessoa atingida.
b) O elemento das cantigas de escárnio não é temático, nem está na condição de se omitir a identidade do ofendido. A distinção está no retórico do “equívoco”, da ambigüidade e da ironia, ausentes na cantiga de maldizer.
c) Os alvos prediletos das cantigas satíricas eram os comportamentos sexuais (homossexualidade, adultério, padres e freiras libidinosos), as mulheres (soldadeiras, prostitutas, alcoviteiras e dissimuladas), os próprios poetas (trovadores e jograis eram freqüentemente ridicularizados), a avareza, a corrupção e a própria arte de trovar.
d) As cantigas satíricas perfazem cerca de uma quarta parte da poesia contida nos cancioneiros galego- portugueses. Isso revela que a liberdade da linguagem e a ausência de preconceito ou censura (institucional, estética ou pessoal) eram componentes da vida literária no período trovadoresco, antes de a repressão inquisitorial atirá-las à clandestinidade.
e) Algumas composições satíricas do Cancioneiro Geral e algumas cenas dos autos gilvicentinos revelam a sobrevivência, já bastante atenuada, da linguagem livre e da violência verbal dos antigos trovadores.
03. A língua portuguesa não é falada:
a) no arquipélago dos Açores e na Ilha da Madeira;
b) em Gibraltar e nas Ilhas Canárias;
c) no arquipélago de Cabo Verde, nas ilhas de São Tomé e Porto Príncipe, na Guiné-Bissau em Angola e em Moçambique;
d) em Macau e em dialetos crioulos de Goa, Damão, Sri Lanka (ex-Ceilao), Java e Málaca;
e) no Timor Leste, parte oriental da ilha de Timor, próxima da Oceania, mas que os mapas geopolíticos
atuais incorporam ao Sudeste Asiático.
Questões 04 e 05 - Assinale V (verdadeiro) e F para (falso)
04. ( ) A Provença, região sul da França, chamada Langue d´Oc ou Languedo, foi o berço das primeiras manifestações de uma lírica sentimental, cortês, refinada, que fazia da mulher o santuário de sua inspiração poética e musical.
05. ( ) Enquanto no sul da Europa, nas proximidades do Mediterrâneo, alastrava-se o lirismo trovadoresco, voltado para a exaltação do amor, para a vassalagem amorosa, no norte predominava o espírito guerreiro, épico, que celebrava nas canções de gesta o heroísmo da cavalaria medieval.
Questões 06 a 10 - Assinale V (verdadeiro) ou F (falso)
06. ( ) No inicio do século XIII, a intransigência religiosa arrasou a Provença e dispersou seus trovadores, mas a lírica provençalesca já havia fecundado a poesia ocidental com a beleza melódica e a delicadeza emocional de sua poesia-música, impondo uma nova concepção do amor e da mulher.
07. ( ) A canção associava o amor-elevação, puro, nobre, inatingível, ao amor dos sentidos, carnal, erótico; a alegria da razão (o amor intelectual) à alegria dos sentidos.
08. ( ) A poesia lírica dos provençais teve seguidores na França, na Itália, na Alemanha, na Catalunha, em Portugal e em outras regiões , onde também os temas folclóricos foram beneficiados com a forma mais culta e elaborada que os trovadores disseminaram.
09. ( ) Foi o que ocorreu em Portugal e Galiza: a poesia primitiva, oral, autóctone, associada à musica e à coreografia e protagonizada por uma mulher, as chamadas cantigas de amigo, passaram a se beneficiar do contato com uma arte mais rigorosa e mais consciente de seus meios de realização artística.
10. ( ) O primeiro trovador provençal foi Guilherme IX, da Aquitânia (1071-1127). Bernart de Ventadorn e Jaufre Rudel representam a poesia mais simples, facilmente inteligível; Marcabru, Raimbaut d´Aurenga e especialmente Arnault Daniel representam a poesia mais elaborada, com imagens e associações inesperadas, capazes de encantar os mais rigorosos exegetas, de Dante Alighieri a Ezra Pound.
11- (Fuvest-SP) Escreva as palavras que completam os espaços.
“Ai, flores, ai flores do verde ramo,
se sabedes novas do meu amado?
Ai, Deus, e u é?”
Os versos acima pertencem a uma _____________, característica
do ____________ português, estética literária dos séculos XII, XIII e XIV.
12- (Fuvest–SP) Coube ao século XIX a descoberta surpreendente da nossa época lírica. Em 1904, com a edição crítica e comentada do Cancioneiro da Ajuda, por Carolina Michaëlis de Vasconcelos, tivemos grande visão de conjunto do valiosíssimo espólio descoberto. (Costa Pimpão).
a) Qual é essa “primeira época lírica” portuguesa?
b) Que tipos de composições poéticas se cultivam nessa época?
13- (UM-SP) Nas cantigas de amor,
a) o trovador expressa um amor à mulher amada, encarando-a como um objeto acessível a seus anseios.
b) o trovador velada ou abertamente ironiza personagens da época.
c) o “eu-lírico” é feminino, expressando a saudade da ausência do amado.
d) o poeta pratica a vassalagem amorosa, pois, em postura platônica, expressa seu amor à mulher amada.
e) existe a expressão de um sentimento feminino, apesar de serem escritas por homens.
14- (Mackenzie - SP) Sobre a poesia trovadoresca em Portugal, é incorreto afirmar que:
a) refletiu o pensamento da época, marcada pelo teocentrismo, o feudalismo e valores altamente moralistas.
b) representou um claro apelo popular à arte, que passou a ser representada por setores mais baixos da sociedade.
c) pode ser dividida em lírica e satírica.
d) em boa parte de sua realização, teve influência provençal.
e) as cantigas de amigo, apesar de escritas por trovadores, expressam o eu-lírico feminino.
15- (UEL - PR) Sobre a cultura medieval ocidental, considere as seguintes afirmativas:
I - A maioria dos "não-romanos" desconhecia a escrita e utilizava-se da oralidade para orientar a vida social.
II - No campo da Filosofia verificou-se a influência do pensamento escolástico, que retomou o debate entre fé e razão.
III - A arquitetura medieval caracterizou-se pela presença de grandes construções inspiradas em motivos religiosos, como mosteiros e igrejas.
IV - O heroísmo da cavalaria e o amor, temas característicos da poesia trovadoresca, tornaram-se comuns na literatura medieval.
Assinale a alternativa correta.
a) Apenas as afirmativas III e IV são verdadeiras.
b) Apenas as afirmativas II, III e IV são verdadeiras.
c) Apenas as afirmativas I, II e III são verdadeiras.
d) Apenas as afirmativas I, III e IV são verdadeiras.
e) Todas as afirmativas são verdadeiras.
16- (Fuvest-SP) O Trovadorismo, quanto ao tempo em que se instala:
a) tem concepções clássicas do fazer poético.
b) é rígido quanto ao uso da linguagem que, geralmente, é erudita.
c) estabeleceu-se num longo período que dura 10 séculos.
d) tinha como concepção poética e epopéia, a louvação dos heróis.
e) reflete as relações de vassalagem nas cantigas de amor.
a) tem concepções clássicas do fazer poético.
b) é rígido quanto ao uso da linguagem que, geralmente, é erudita.
c) estabeleceu-se num longo período que dura 10 séculos.
d) tinha como concepção poética e epopéia, a louvação dos heróis.
e) reflete as relações de vassalagem nas cantigas de amor.
17- (Fuvest-SP) Interpretando historicamente a relação de vassalagem entre homem amante/mulher amada, ou mulher amante/homem amado, pode-se afirmar que:
a) o Trovadorismo corresponde ao Renascimento.
b) o Trovadorismo corresponde ao movimento humanista.
c) o Trovadorismo corresponde ao Feudalismo.
d) o Trovadorismo e o Medievalismo só poderiam ser provençais.
e) tanto o Trovadorismo como o Humanismo são expressões da decadência medieval.
18- (Vunesp-SP) Leia e observe com atenção a composição seguinte:
"Ay flores, ay flores do verde pinho,
se sabedes novas do meu amigo!
ay Deus, e hu é1?
Ay flores, ay flores do verde ramo,
se sabedes novas do meu amado!
ay Deus, e hu é?
Se sabedes novas do meu amigo,
aquel que mentiu no que pôs comigo!
ay Deus, e hu é?
a) O autor é Paio Soares de Taveirós. Destacam-se o paralelismo das estrofes, a alternância vocálica e o refrão. O poeta pergunta pelo seu amigo.
b) O autor é Nuno Fernandes Torneol. Destaca-se o refrão como interpelação à natureza. Trata-se de uma cantiga de amigo.
c) O autor é el-rei D.Dinis. Destacam-se o paralelismo das estrofes, a alternância vocálica e o refrão. O poeta canta na voz de uma mulher e pergunta pelo amado, porque é uma cantiga de amigo.
d) O autor é Fernando Pessoa. Destaca-se a alternância vocálica. Trata-se da teoria do fingimento, que já existia no lirismo medieval.
e) O autor é Martim Codax. Destaca-se o ambiente campestre. O poeta espera que os pinheiros respondam à sua pergunta.
19. O mais antigo documento da literatura portuguesa data de:
a. ( ) 1139 b. ( ) 1128
c. ( ) fins do século XII d. ( ) fins do século XI
20. O autor do mais antigo documento da literatura portuguesa é:
a. ( ) D. Dinis b. ( ) Fernão Lopes
c. ( ) D. Afonso Henriques d. ( ) Paio Soares de Taveirós


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